Iniciando a semana com o propósito: um dia após o outro
Luto tem se transformado em sentido, os sentimentos estão loucos pra desenhar o luto.
Recentemente vivenciei a minha primeira experiência com o luto, perdi meu pai, na época acreditava ter perdido o chão, e sem chão os passos ficaram leves e sem rumo. Aos poucos fui recuperando o passo firme, e deixei as lembranças fluirem quando quisessem. Foi muito difícil perder meu pai, mas a saudade me consolou na certeza que ele não mais sofria, com o câncer que o consumia.
Eu nem imaginava, que esse luto estava me preparando, para outro luto. Não sei se tem como mensurar luto, mas dessa vez está bem mais difícil. Talvez estou sentindo assim, porque é a dor que estou vivendo no momento.
Como começou nossa história: um dia eu saí da casa do meus pais e fui construir a minha família. Nesse momento Deus me ajudou a escolher, abençoou a nossa união e a nossa família. Dividimos a mesma cama e o nosso amor construiu um lar, para os nossos filhos.
Nossa casa sempre foi nosso porto seguro, onde podíamos derramar as dores, exaltar as alegrias e resolver os problemas. Acho que por isso gosto tanto de ficar em nossa casa, cantinho das boas lembranças...
Voltando ao sentido do luto, sinto que esse está sendo um período de colocar meus sentimentos numa montanha russa. Tem momento de dor e introspecção, outros momentos que a dor vem acompanhada pela necessidade de falar sem parar, tem momentos de paz e alegria por tudo que vivemos. Ainda tentando colocar sentido no luto, permito e vivo cada alto e baixo dessa montanha russa.
Entre esses altos e baixos, sinto que os passos voltaram a ficar leves e sem rumo, e ainda carrego no peito um vazio. Nesse vazio vou colocando as lembranças, a saudade e a esperança de um dia nos encontrarmos na casa do Pai.
Certeza: grandes perdas e grandes lutos!
Stella Maris
Recentemente vivenciei a minha primeira experiência com o luto, perdi meu pai, na época acreditava ter perdido o chão, e sem chão os passos ficaram leves e sem rumo. Aos poucos fui recuperando o passo firme, e deixei as lembranças fluirem quando quisessem. Foi muito difícil perder meu pai, mas a saudade me consolou na certeza que ele não mais sofria, com o câncer que o consumia.
Eu nem imaginava, que esse luto estava me preparando, para outro luto. Não sei se tem como mensurar luto, mas dessa vez está bem mais difícil. Talvez estou sentindo assim, porque é a dor que estou vivendo no momento.
Como começou nossa história: um dia eu saí da casa do meus pais e fui construir a minha família. Nesse momento Deus me ajudou a escolher, abençoou a nossa união e a nossa família. Dividimos a mesma cama e o nosso amor construiu um lar, para os nossos filhos.
Nossa casa sempre foi nosso porto seguro, onde podíamos derramar as dores, exaltar as alegrias e resolver os problemas. Acho que por isso gosto tanto de ficar em nossa casa, cantinho das boas lembranças...
Voltando ao sentido do luto, sinto que esse está sendo um período de colocar meus sentimentos numa montanha russa. Tem momento de dor e introspecção, outros momentos que a dor vem acompanhada pela necessidade de falar sem parar, tem momentos de paz e alegria por tudo que vivemos. Ainda tentando colocar sentido no luto, permito e vivo cada alto e baixo dessa montanha russa.
Entre esses altos e baixos, sinto que os passos voltaram a ficar leves e sem rumo, e ainda carrego no peito um vazio. Nesse vazio vou colocando as lembranças, a saudade e a esperança de um dia nos encontrarmos na casa do Pai.
Certeza: grandes perdas e grandes lutos!
Stella Maris
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