Tudo tem seu tempo
Conheci uma aflição que não sai do pensamento, que faz pulsar
o coração num ritmo descompassado e a respiração ofegante acompanha o ritmo do
coração.
Nesses sintomas, além de colocar meus sentimentos, escoro minha dor. Num tempo indeterminado busco a determinação, acolho esse tempo de chorar, tempo de me calar, numa dinâmica que se assemelha a uma mola, hoje bem encolhida.
Nesses sintomas, além de colocar meus sentimentos, escoro minha dor. Num tempo indeterminado busco a determinação, acolho esse tempo de chorar, tempo de me calar, numa dinâmica que se assemelha a uma mola, hoje bem encolhida.
O tempo do medo faz a minha mola ficar pequena e imóvel,
conhecer essa dor aflita ensina me que cada dia o tempo me pedi alguma coisa,
como diz Rubem Alves “existem coisas que são mais que coisas, são coisas que
nos faz lembrar”.
Quando penso em coisas, me faz lembrar e me perco em pensamentos, recordações, que viajam por toda minha história. Nessa viagem passeio devagar em alguns momentos, em outros parece um filme desfocado e às vezes lembra um filme em alta rotação.
Quando penso em coisas, me faz lembrar e me perco em pensamentos, recordações, que viajam por toda minha história. Nessa viagem passeio devagar em alguns momentos, em outros parece um filme desfocado e às vezes lembra um filme em alta rotação.
Desenvolver a habilidade de olhar as urgências do tempo,
parece inevitável. Sem me ater a urgência, olho o que a vida pede, nesse
contexto a vida revira minha vida. Vivo um sentimento que não conhecia.
Stella Maris C Macedo de Sousa
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