Vivendo um dia após o outro...
O Natal passou...
Os planos que tínhamos feito, não foi possível realizar. Deus tinha outros planos...
A dor da ausência, por vezes quis me impedir de ver a alegria do Natal. Passei o dia que antecede o Natal e o dia do Natal, com os olhos distante e marejados, não conseguia fitar o que vivia.
A alegria do Natal me deixou em paz, mas não conseguiu me contagiar. Detalhes que se encontram na saudade, saudade de quem não posso ver, e só posso sentir pulsar em mim. Sentir esse amor pulsar, me coloca em pé e me faz caminhar. No silêncio permito o amor pulsar nos detalhes, ao mesmo tempo preciso lembrar que ele se foi e que nunca mais vou ver.
Todos os dias ao dormir tenho que lembrar para mim, que o Ivan está no céu e ao acordar percebo no vazio da cama essa realidade. Essa é a minha rotina, não gosto de viver no faz de conta, sempre encarei de frente os desafios da vida. Esse é o meu grande desafio, permitir que esse amor pulse dentro de mim, e nas batidas do meu coração que as lembranças se transformem.
Talvez esse seja o grande desafio do luto: carregar a certeza da ausência, permitir o pulsar no coração e encontrar nesse pulsar, forças pra continuar.
Esse período de Natal, de renovar e renascer, parece não combinar com luto e ausência. Pois o Natal carrega a marca da alegria e o Luto a tristeza da ausência. Misturar tudo isso é permitir que a paz do Natal transforme a ausência em força para continuar, em meio a isso tudo me alegrar pelo amor que vivi.
Nesse desafio diário, me permito chorar e rir...
Sem pensar no amanhã estou vivendo o agora.
Stella Maris
Os planos que tínhamos feito, não foi possível realizar. Deus tinha outros planos...
A dor da ausência, por vezes quis me impedir de ver a alegria do Natal. Passei o dia que antecede o Natal e o dia do Natal, com os olhos distante e marejados, não conseguia fitar o que vivia.
A alegria do Natal me deixou em paz, mas não conseguiu me contagiar. Detalhes que se encontram na saudade, saudade de quem não posso ver, e só posso sentir pulsar em mim. Sentir esse amor pulsar, me coloca em pé e me faz caminhar. No silêncio permito o amor pulsar nos detalhes, ao mesmo tempo preciso lembrar que ele se foi e que nunca mais vou ver.
Todos os dias ao dormir tenho que lembrar para mim, que o Ivan está no céu e ao acordar percebo no vazio da cama essa realidade. Essa é a minha rotina, não gosto de viver no faz de conta, sempre encarei de frente os desafios da vida. Esse é o meu grande desafio, permitir que esse amor pulse dentro de mim, e nas batidas do meu coração que as lembranças se transformem.
Talvez esse seja o grande desafio do luto: carregar a certeza da ausência, permitir o pulsar no coração e encontrar nesse pulsar, forças pra continuar.
Esse período de Natal, de renovar e renascer, parece não combinar com luto e ausência. Pois o Natal carrega a marca da alegria e o Luto a tristeza da ausência. Misturar tudo isso é permitir que a paz do Natal transforme a ausência em força para continuar, em meio a isso tudo me alegrar pelo amor que vivi.
Nesse desafio diário, me permito chorar e rir...
Sem pensar no amanhã estou vivendo o agora.
Stella Maris
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