Calçada é pública e não "privada".
Podemos fazer, de uma simples caminhada na avenida Soares Lopes , uma verdadeira corrida de obstáculos. Passar por cima dos excrementos que os cachorros largam nas calçadas e são ali abandonados por seus donos, faz de uma caminhada motivo de reflexão.
Os cachorrinhos são lindos! Felizes pelo passeio, alguns donos fazem dessa caminhada um momento de prazer e lazer, esquecendo-se do lazer dos outros que por ali transitam. Perguntas ecoam sem resposta: Por que o limite de algumas pessoas parecem maior do que o do outro? Acreditam num mundo criado para sua única existência? Dividir espaço é desnecessário? Prosseguem caminhando em sua estrada, derrubando tudo que aparece pela frente sem questionar.
Fazer da existência algo tão egoísta, não reconhecer o outro é realmente deixar uma vida pública para construir uma vida “privada”. No sentido literal da palavra, ir deixando excrementos por onde passa, sem olhar para traz. Nessa realidade “privada”, palavras são ditas sem pensar, ações tomadas pela própria razão. Que tal pararmos um pouquinho e pensar que somos pessoas públicas! E assim somos a partir do momento que fizemos a opção de morarmos num centro urbano e de convivência diária com o outro.
Numa busca incessante para que a liberdade do outro, possa andar junto com a minha. Espero te encontrar na próxima caminhada, na avenida Soares Lopes, curtindo a natureza e sem a preocupação com os obstáculos largados nas calçadas.
Prof Stella Maris Macedo de Sousa
e-mail: stellasousa@hotmail.com
Os cachorrinhos são lindos! Felizes pelo passeio, alguns donos fazem dessa caminhada um momento de prazer e lazer, esquecendo-se do lazer dos outros que por ali transitam. Perguntas ecoam sem resposta: Por que o limite de algumas pessoas parecem maior do que o do outro? Acreditam num mundo criado para sua única existência? Dividir espaço é desnecessário? Prosseguem caminhando em sua estrada, derrubando tudo que aparece pela frente sem questionar.
Fazer da existência algo tão egoísta, não reconhecer o outro é realmente deixar uma vida pública para construir uma vida “privada”. No sentido literal da palavra, ir deixando excrementos por onde passa, sem olhar para traz. Nessa realidade “privada”, palavras são ditas sem pensar, ações tomadas pela própria razão. Que tal pararmos um pouquinho e pensar que somos pessoas públicas! E assim somos a partir do momento que fizemos a opção de morarmos num centro urbano e de convivência diária com o outro.
Numa busca incessante para que a liberdade do outro, possa andar junto com a minha. Espero te encontrar na próxima caminhada, na avenida Soares Lopes, curtindo a natureza e sem a preocupação com os obstáculos largados nas calçadas.
Prof Stella Maris Macedo de Sousa
e-mail: stellasousa@hotmail.com
Comments
Todo mundo que tem cachorro aki quando vai passear já leva uma sacolinha plastica pra limpar o coco.