Permitir ser eu mesma, me libertar da vaidade, daquilo que acho que sou. Ser legítima comigo! Tenho sonhado pequeno, demais. Buscar na minha essência, uma página em branco. Deixar a vida brotar, me reinventar e esquecer o que é normal. Estar presente em cada momento simples e reaprender a andar devagar atenta ao que me cerca. Redespertar o olhar curioso da minha criança! Puxa! Me sentindo uma prisioneira de mim mesma, e como é urgente rever a mochila, que insisto em carregar. A mochila está pesada… Momento de parar e reavaliar, o que vou continuar carregando, e se quero carregar alguma coisa. Necessário ficar mais leve! Com ousadia vou trocar o “eu” pelo “nós”. Seguindo na reflexão, sobre o que levar, nesse caminhar da existência. Como deixar o que sempre foi normal para nós? Construímos o nosso mundo, com cenários, personagens, pensamentos e sonhos. Em algumas situações, esse nosso mundo imaginário se confunde com o mundo perfeito; em outros momentos, pode não parecer perfeito;...